E aí, na paz?
Esse post é uma homenagem a um grande cara que foi “discotecar” em outro andar: Nivaldo Racosta.
Nivaldo era um dos sócios da rádio Opção FM 107,9 de Rio Claro, onde eu tinha o programa “História do Rock”, e um cara que deu muita força e ajudou muito o programa, o nome foi sugestão dele, no começo quando o programa era “ao vivo” ele fazia a técnica, depois quando passou a ser “ao gravado” as gravações eram feitas em sua casa e toda a produção técnica tinha sua assinatura: os cortes exatos, as mixagens das músicas, tudo do programa, até o cheiro de cigarro, explico: ele fumava muito, cada vez que íamos gravar eu que não fumo saía do estúdio fedendo e intoxicado, mas era muito bom, era diversão na certa.
Nivaldo tinha uma voz de trovão, mas com um ar de locutor de motel, por várias vez participou do programa com pequenas pontas e milhares de vezes foi citado por mim e por Lazinho, pois sempre estava ligado no programa, muitas músicas que rolavam no História foram aproveitadas por ele na programação da rádio, o que eu sempre achei muito legal.
Uma história bem engraçada comigo foi a participação numa edição do História do Rock, onde apresentou comigo o programa ao vivo, já que o Lazinho estava hospitalizado no dia e não tinha quem fizesse, foi o Nivaldo com sua voz de trovão aveludado falar de Rock, foi muito engraçado, lembrando que até então ele nunca havia apresentado um programa na Opção FM, mas se saiu muito bem, mas nunca mais quis repetir a façanha.
Por tudo isso o Nivaldo parecia um grande roqueiro, mas não, ele era um dos maiores especializas em Disco anos 80, Pop de todas as épocas, fanático por trilhas sonoras de novelas, sua discoteca é gigantesca, assim como a quantidade de histórias e confusões que deixa de legado.
Eu queria dedicar uma música ao Nivaldo como homenagem, então pensei em “Disco Inferno” da banda The Trammps (banda de Disco Music), pois lembro que uma vez ficamos conversando mais de uma hora sobre essa música e suas muitas versões, então fica aqui “Disco Inferno” e muita saudade deste grande cara, a gente se encontra no inferno!
Burn baby burn! Burn baby burn! Burn baby burn! Burn baby burn!
Burnin'!
To mass fires, yes! One hundred stories high
People gettin' loose y'all gettin' down on the roof - Do you hear?
(the folks are flaming) Folks were screamin' - out of control
It was so entertainin' - when the boogie started to explode
I heard somebody say
Burn baby burn! - Disco inferno!
Burn baby burn! - Burn that mama down
Burn baby burn! - Disco inferno!
Burn baby burn! - Burn that mama down
Burnin'!
Satisfaction (uhu hu hu) came in the chain reaction
(burnin') I couldn't get enough, (till I had to self-destroy) so I had to
self destruct, (uhu hu hu)
The heat was on (burnin'), rising to the top, huh!
Everybody's goin' strong (uhu hu hu)
And that is when my spark got hot
I heard somebody say
Burn baby burn! - Disco inferno!
Burn baby burn! - Burn that mama down, yoh!
Burn baby burn! - Disco inferno!
Burn baby burn! - Burn that mama down
Burnin'!
Up above my head I hear music in the air - I hear music!
That makes me know there's (somebody) a promise somewhere
Satisfaction came in a chain reaction - Do you hear?
I couldn't get enough, so I had to self destruct,
The heat was on, rising to the top
Everybody's goin' strong
That is when my spark got hot
I heard somebody say
Burn baby burn! - Disco inferno! (Aah yeah!)
Burn baby burn! - Burn that mama down
Burn baby burn! - Disco inferno, yeah!
Burn baby burn! - Burn that mama down
Burnin'!
I just can't stop
When(till) my spark gets hot
Just can't stop
When my spark gets hot
Burning, burning, burning, burning...
quarta-feira, 8 de abril de 2009
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...Conheci o Julio na prisão. Éramos companheiros de cela. Aprendi várias coisas com ele e lhe sou muito grato até hoje. Ele me ensinou a fazer cinzeiros, cuias e cadeiras. Hoje devo grande parte do meu talento a este nobre malandro. Meu único arrependimento dos tempos de carceragem é por não tê-lo ajudado nos momentos de coação sexual. Os outros presos se aproveitavam de sua fragilidade e inocência para força-lo a fazer coisas que ele antes fazia apenas por opção. Mas enfim, são águas passadas...Fico feliz de ver que você superou toda aquela violência... Abraços
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